O segredo para se tomar boas decisões

Às vezes só sabemos que algo não está bem, que não nos sentimos bem assim. 

E isto é maravilhoso! É mesmo maravilhoso, porque é o primeiro passo para a mudança. Quando algo nos incomoda ou parece não encaixar, é a vida a dar-nos uma oportunidade para mudar.

Às vezes é algo bem simples. E, muitas vezes, uma pequena mudança faz sem dúvida uma grande diferença.

Outras vezes, precisamos de tomar decisões estruturantes. Nestas, é mais difícil, sei-o bem. Sabemos o impacto que poderá ter na nossa vida. Que tudo será diferente e que essa mudança implica tantas outras. 

Não sabemos se estamos preparadas. Começamos a duvidar. Talvez não seja por ali. Voltamos atrás. 🧐

Mas aquela decisão continua a consumir-nos, todos os dias e cada vez mais. Viver assim é angustiante! Claro que há momentos em que queremos deixar algo em standby e está tudo certo. O problema é quando esses momentos se prolongam e não nos deixam viver (viver a sério e não fazer de conta que estamos a viver). 

Também é preciso ponderar, mas não vamos permanecer nesse estado para sempre. Chega uma altura em que temos mesmo que avançar. 

E se errarmos? E se nos arrependermos? Faz parte! Não temos forma de saber se não avançarmos.

Em todas as decisões da minha vida, grandes e pequenas, há algo que tem sido fundamental!

✨O auto-conhecimento!✨

Mesmo que te falte a coragem, quando te conheces cada vez melhor, vais percebendo aquilo que te faz bem ou não, aquilo que faz sentido ou não, aquilo que se alinha com o teu eu futuro ou não.

Pode faltar-te coragem, mas quando percebes qual é a melhor decisão, isso vai crescendo cada vez mais dentro de ti até se tornar insuportável viver da mesma forma.

Não vou dizer que é fácil. Acredito que o autoconhecimento nos pode trazer uma certeza maior no momento das decisões e uma maior tranquilidade em avançar. É como se sentíssemos que está tudo certo. Não é uma questão de doer menos, há consequências depois de qualquer decisão, por mais pequena que ela seja. Mas a paz interior ajuda-nos a superar qualquer obstáculo.

Acredito que o autoconhecimento deve ser um trabalho diário e acredito também que é a missão de cada um de nós.

Podemos (e devemos) fazer este trabalho de forma autónoma. E/ou com ajuda, através de Psicoterapia, Coaching, Retiros e diferentes tipos de terapia. 

Acredito que as duas formas se complementam. A autónoma é essencial, por isso, a importância de o sabermos fazer sozinhos, sem muletas.

Acompanhado leva-nos quase sempre mais fundo e mais longe e em certas fases é bom ter esta ajuda. Alguém que está ali para nós, a quem queremos dizer “já cumpri a tarefa de hoje!”.

Enquanto Coach continuo a recorrer a outros Coaches, quando necessário. Faço psicoterapia. E quando sinto, experimento outras terapias. 

Como em tudo tem que haver equilíbrio. É muito bom sabermos pedir ajuda, mas também é bom termos autonomia.

O coaching e algumas terapias têm a vantagem de nos ensinarem ferramentas que podemos usar no dia-a-dia. 

Numa sessão, a semana passada, falava disto com uma cliente, acima de tudo o coaching traz-nos clareza, aproxima-nos da nossa essência. E isso é MARAVILHOSO!

Em jeito de provocação (até para mim própria), vou passar a perguntar-te:

E tu, estás a viver a vida que gostarias de viver? 😜

  • Bem-vindos ao Ana, Go Slowly!

    Aqui cabe tudo aquilo que nos leva em direcção a uma vida mais simples, sustentável e feliz: minimalismo, slow living, desperdício zero, hábitos saudáveis, yoga e meditação.

    Ana Milhazes, Socióloga, Coach, Formadora, Instrutora de Yoga, fundadora do Lixo Zero Portugal

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