“Compramos coisas que não precisamos, com dinheiro que não temos, para impressionarmos pessoas de quem não gostamos”

Repito esta frase vezes sem conta nos meus workshops. Rimo-nos sempre, mas todos sabemos que é a mais pura das verdades!
A nossa sociedade vive do consumo e ainda tanto de aparências!
Infelizmente o “parecer”, o “ter” e o “fazer” continuam a prevalecer em relação ao “ser”.
Tudo isto representa impactos gigantes no planeta Terra e nos seus recursos limitados, mas também em quem somos e nas relações que temos.
Vamos começar Dezembro a focarmo-nos mais no ser? Na nossa essência?
Se não gostarmos do que virmos, podemos sempre melhorar!