A velha máxima que continua a fazer sentido mas que é cada vez mais difícil.
A vida muda, nós também. Os desafios aumentam.
Por mais que saibas de cor aquilo que é essencial para ti, tu mudas, o que está à tua volta também… Então como identificar o essencial, ainda assim?
Pergunto-me sempre se consigo viver sem. Defino desafios para mim própria (1 mês sem isto ou sem aquilo). Pergunto-me o tipo de materiais, onde foi produzido, para onde irá no final do seu ciclo de vida.
Pergunto-me tantas vezes se acrescenta alguma coisa à minha vida. Se está alinhado com os meus valores. O que diz a minha intuição?
Parecem ser muitas perguntas, mas a leveza que sinto quando faço e possuo apenas aquilo que está alinhado comigo, não tem preço. Ganho tempo, qualidade de vida e felicidade. E claro, poupo dinheiro, o que por sua vez me permite trabalhar menos horas.
Infelizmente, não é uma fórmula mágica, dá trabalho, obriga-nos a viver (quase sempre) em contra-corrente, a lidar muitas vezes com a incompreensão dos outros.
Mas acredito (mesmo) que quem pensa desta forma tem o dever de passar a mensagem, de mostrar que se pode viver de forma diferente e que temos mesmo que sair desta roda de hamster.
Por isso, é “só” seguir em frente, respirar fundo, acreditar que estou certa, explicar com muito amor e carinho e inspirar os outros a fazerem diferente.
Vens comigo? ❤️